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:: Segunda-feira, Novembro 19, 2007 ::
morreu
este blog chegou ao fim. cansei dele. mas criei um espaço novo, tô lá .
:: Postado por Lella
às 11:40 AM
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:: Quinta-feira, Julho 05, 2007 ::
criança muderna
A brincadeira favorita da Elisa é, de longe, a mais antiga e preferida da maioria das meninas: bonecas. Ela prefere mil vezes seus 'filhos' ao laptop da Xuxa que ganhou no Natal, por exemplo. A baixinha arruma, cuida, nana, conversa, embala, dá nome, cria mil situações para as bonecas. É uma fofa brincando, entra no mundinho dela e a imaginação corre solta. Porém, esses dias eu notei que ela realmente faz parte de uma nova geração mais tecnológica. Peguei a Elisa brincando com o mouse óptico do computador, usando-o como um leitor de código de barras para 'comprar' quatro lápis no supermercado, conforme me explicou.
Então tá.
:: Postado por Lella
às 10:55 PM
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:: Terça-feira, Junho 12, 2007 ::
síndrome de noiva - parte II
Eu queria entender qual o motivo dos meus pesadelos a respeito da nossa festa de casamento. Mais uma vez sonhei com algo terrível acontecendo no dia. Pelo meu otimismo, prefiro acreditar que é pura ansiedade. Desta vez, eu descobri já na igreja que não contratamos músicos para a cerimônia, então quem tocava o piano - vejam bem, piano - era o márcio mesmo. As pessoas saíram da igreja visivelmente insatisfeitas e não se animaram para a festa. Tenho em mente a triste imagem do DJ colocando som para um salão vazio, sem uma única alma viva na pista de dança. E eu chorando compulsivamente, pra variar. E pra piorar, a decoração estava horrorosa e duas das mesas estavam sem toalhas. Pobre de nós.
:: Postado por Lella
às 9:40 AM
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muitas e muitas horas
Continuando o plano de não fazer nada durante o final de semana, eu e o Márcio conseguimos a proeza de assistir a toda a primeira temporada de 24 Horas. Ou melhor, aos 17 episódios que faltavam. Jack Bauer é mestre. E eu que nunca tinha visto, virei fã. E o melhor é que temos mais duas temporadas em casa pra ver! U-hú!!
Um Bom Ano (A Good Year, EUA, 2006) - O filme é simpático, gostoso de ver e te dá aquela sensação boa. Talvez pela bela paisagem ou pela tranqüilidade com que a trama se desenrola. Não passa nenhuma mensagem especial e dificilmente vai ser considerado o melhor filme na vida de alguém, mas vale assistir. Tá muito longe de ser ruim, mas teve péssimo desempenho nas bilheterias dos EUA e chegou quase que despercebido por aqui. O motivo, acredito, é que Ridley Scott não se saiu bem na sua tentativa de fazer uma produção européia. O filme seria infinitamente melhor se fosse mais americano do que europeu. Mesmo assim, assistam. O Russel Crowe está ótimo no papel de Max Skinner, e a região de Provence na França é um espetáculo, mesmo no vídeo.
Tudo em Família (The Family Stone, EUA, 2005) - Antes deste fim-de-semana, me lembro de várias oportunidades em que segurei este DVD nas mãos, mas acabei deixando para uma próxima vez. No último domingo, finalmente assisti. O motivo maior era o elenco, porque a comédia natalina em si não me agradava. Comecei sem esperar muito e terminei sem receber nada. Tudo o que dá pra dizer é que é agradável, como a grande maioria das comédias românticas despretensiosas. Assim, recomendo assistir em casos como o meu, em que não tinha muita coisa à disposição na locadora em um domingo chuvoso perfeito para ficar em casa vendo filme. Porque, além de tudo, o Dermont Mulroney não está em sua melhor performance (para este caso, recomendo Muito Bem Acompanhada).
:: Postado por Lella
às 9:38 AM
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:: Segunda-feira, Junho 11, 2007 ::
cinderella
Elisa é uma menina muito fofa. Além de linda e querida, é super inteligente e prestativa. Na sexta-feira, ela queria me ajudar nas tarefas domésticas e eu dei algumas funções a ela, como, por exemplo, guardar as coisas dela no armário. Enquanto eu passava roupas, ela vinha até a sala buscar mais coisas para guardar. Como estava disposta e gostando de ajudar, eu segui dando tarefas à baixinha: pega um papel pra limpar o nariz, joga no lixo, guarda isso, pega aquilo. Lá pelas tantas ela me olha bem séria e reclama: "pega isso, pega aquilo, joga isso... ô, mãe, tu acha que eu sou a cinderella, é?"
:: Postado por Lella
às 7:30 PM
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:: Terça-feira, Junho 05, 2007 ::
filmes
Eu e o Márcio aproveitamos o final de semana para fazer algo que há séculos planejamos, mas nunca é possível: NADA! Sempre tem um almoço na casa da minha mãe ou da minha sogra, um evento de turma, um aniversário, essas coisas. Finalmente, desta vez deu certo. Aproveitamos para ir no cinema no sábado à noite e nos ajojarmos no sofá vendo filmes e seriados embaixo das cobertas no domingo inteiro.
No sábado:
Obrigado por Fumar (Thank You For Smoking, EUA, 2005) - Finalmente consegui assistir e é realmente muito bom como haviam me dito. A direção é dinâmica, a montagem é interessante e o roteiro é bem-humorado, embora contestador. É inteligente, mas não para se levar a sério. Ele é cínico o suficiente para divertir e desapegado demais para se comprometer a qualquer causa. Recomendo!
Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3, EUA, 2007) - Saturou. Depois de ter feito dos dois primeiros filmes da seqüência um sucesso, sendo considerado a melhor a adaptação dos quadrinhos para o cinema, o último que encerra a trilogia é "too much". Opinião pessoal, claro, mas acho que os produtores se perderam um pouco na história. Na tentativa de um "grand finale" na saga do super herói, o filme peca por cenas exageradas, personagens insignificantes e desfechos fracos. Deveria ter economizado o dinheiro do cinema e esperar sair em DVD.
No domingo:
Piratas do Caribe 2 - O Baú da Morte (Pirates of the Caribbean: Dead Man's Chest, EUA, 2006) - O Johnny Depp foi o motivo mais forte para eu ter assistido ao primeiro da série, do qual eu não esperava nada. O resultado não poderia ter sido outro: me diverti muito com o impagável Jack Sparrow. Terminei o filme com a sensação de quero mais e, embora tenha demorado um pouco para assistir o segundo, sigo adorando. O visual, a dinâmica, os personagens. O roteiro não é o forte e concordo que há idas e vindas desnecessárias, mas isso não me afeta em nada. Acho que o visual do filme é bom o suficiente para superar as fraquezas da narrativa. E no mais, o elenco é ótimo. O Johnny Depp mata a pau. Verei o terceiro logo.
Fomos à locadora para alugar ao filme "Um Bom Ano" (com Russel Crowe, do qual só ouço falarem bem), mas não estava disponível. A fim de assistir a uma comédia romântica para seguir nossa despreocupada tarde de domingo, o Márcio aceitou que eu escolhesse o filme e não foi contra quando viu que era este:
Armações Do Amor (Failure to Launch, EUA, 2006) - Tripp, interpretado pelo gatíssimo Matthew McConaughey, é um solteiro convicto de 35 anos que ainda mora com seus pais. Desesperados e no limite, eles decidem contratar uma mulher linda e talentosa (Sarah Jessica Parker) para fazer com que ele queira deixar o lar, doce lar. Filme mulherzinha, bonitinho e agradável, mas nada de mais.
No resto do dia nos dedicamos à primeira temporada de 24 horas, seriado que eu nunca tinha visto (acreditem!). Logo eu, uma total abobadinha de seriados. Que o diga a Camila!
:: Postado por Lella
às 12:26 PM
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:: Quarta-feira, Maio 30, 2007 ::
medinho
Quando comecei a olhar vestidos de noivas, comprei uma revista com mais de 200 modelos para eu me inspirar. Muitas opções, vestidos lindos e modelos variados, mas eu fiquei com o primeiro que vi. Tá, não foi o primeiro, porque tinha o da capa antes dele, mas enfim, a escolha foi rápida e indolor. Aí, na saga em busca daquele vestido, visitei vários estilistas daqui, até que acabei no atelier do Marco Tarragô, maravilhada com o talento e simpatia dele. Quando ele desenhou o modelo, ficou beeeem mais bonito do que o da revista. Eu amei e ele está em processo de confecção. A primeira prova é dia 8 próximo e nem preciso dizer que estou ansiosa, né? Aliás, quanto mais o tempo passa, mais ansiosa eu fico. Tenho 4 meses pela frente até o casamento e morro de medo de saber que alguma noiva usou um vestido parecido com o meu. Recentemente, fui em um casamento e fiquei nervosa na hora da entrada da noiva. E se ela estivesse com o meu vestido? Sério, isso me dá muito medo. Ainda mais depois que o estilista da 'Uanessa' Camargo resolveu copiar o vestido que tinha feito pra Christina Ricci para a filha do Zezé usar no seu grande dia! Ai, Santo das Noivas Ansiosas (devia ter um, né?), me livra dessa!
:: Postado por Lella
às 4:16 PM
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:: Quinta-feira, Maio 24, 2007 ::
tarde feliz
Fazia tempo que eu não escutava Zeca Baleiro. Decidi, então, dedicar esta tarde a ele. É impressionante como sou feliz escutando isto. Sei que a Jojô vai me entender perfeitamente: gente, escutem "Retalhos de Cetim" na voz dele.
O Baladas ao vivo é maravilhoso. "Não Adianta".
:: Postado por Lella
às 4:13 PM
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:: Terça-feira, Maio 22, 2007 ::
síndrome de noiva
Estou desde janeiro acelerada nos preparativos do casamento. Tudo que podia estar pronto, decidido e fechado, está. Somos noivos muito organizados e temos sido super aplicados na organização do nosso grande dia. Até então, eu não tinha tido nenhuma atitude de noiva estressada. Nenhuma mesmo. Escolher o vestido foi fácil, não tenho chiliques ou fico enchendo o saco do mundo por causa de assuntos que interessam apenas a noivos. Enfim. Acontece que esta noite eu tive um pesadelo de que tinham mudado a data do casamento sem me avisarem, aí eu entrei em pânico e chorei, chorei, chorei. Além disso, eu estava prontinha - e não com o vestido que escolhi - na janela de casa esperando e ninguém aparecia pra me buscar pra ir pra igreja. Meus familiares já tinham saído e ninguém sabia quem seria o motorista a me buscar. Ninguém atendia o telefone, ninguém lembrava que a noiva existia. Fiquei desesperada. Depois, eu me dei conta de que era o grande dia e que a gente simplesmente não tinha mandado convites aos convidados e, portanto, não iria ninguém no nosso casamento. Eu entrei em pânico novamente e chorei, chorei, chorei de novo.E quando acordei, lágrimas escorriam pelo meu rosto. A primeira coisa que disse pro Márcio foi: "amor, precisamos fazer os convites do nosso casamento". Só depois veio o bom dia.
:: Postado por Lella
às 5:18 PM
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das flores
Tô tendo um momento muito "guri de apartamento". Metade da minha vida eu morei em casa e nunca me interessei por flores. Sempre me limitei a achá-las lindas, mas passava longe do realmente cuidar das plantas. O máximo era uma regada básica quando minha mãe viajava e pedia para eu molhar as violetas pra ela. Aliás, minha mãe ama violetas e tem um talento enorme para deixá-las vistosas e floridas.
Agora que eu tenho a minha casinha, tenho me esforçado para cuidar das plantinhas que ganho. Por exemplo, minha sogra me deu um vasinho muito fofo em fevereiro. Em uma semana, não tinha as flores miudinhas tinham desaparecido. Eu as transferi para a janela da minha lavanderia, onde pega sol a manhã toda e onde ela tem melhores condições de vida do que na sala. Desde então, eu venho molhando, arrumando a terra. Enfim, venho realmente cuidando delas, mas nada, nenhuminha delas decidiu aparecer.
A Elisa me deu de presente de Dia das Mães um vaso customizado por ela, um pacote de terra e sementes de amor-perfeito amarelo. Ainda não plantamos, mas estou ansiosa e cheia de esperanças de que as florzinhas vinguem. Prometo cuidar delas conforme as instruções do pacote.
E além da Elisa, minha fofíssima amiga Sheila me presenteou também no Dia das Mães com um vasinho de minigérberas. Coisa mais querida. E eu resolvi deixá-las aqui no meu escritório colorido. Só que passados dois dias as pobrezinhas murcharam. Aí, resolvi colocá-las na janela do banheiro e hoje, quando eu olhei, para minha surpresa, elas estavam em pés de novo, lindas e formosas como chegaram até mim. Tô me achando. :)
:: Postado por Lella
às 3:48 PM
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